segunda-feira, 8 de novembro de 2010

MEC pode aplicar outro Enen aos alunos prejudicados..


MEC pode aplicar outro Enem aos alunos prejudicados

08 de novembro de 2010 | 7h 43

AE - Agência Estado
O Ministério da Educação (MEC) poderá aplicar outro Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para candidatos prejudicados no sábado pelo erro de montagem no caderno da prova amarela. Essa é uma das possibilidades contempladas na promessa feita pelo MEC de analisar "caso a caso" as queixas de estudantes.
O governo afirmou também que abrirá na quarta-feira, no site do Enem (www.enem.inep.gov.br), um requerimento para que alunos prejudicados pela troca do cabeçalho dos cartões de resposta possam pedir a correção invertida. Eles terão até o dia 16 para enviar seu pedido.
A aplicação do Enem no fim de semana foi marcada por dois erros: um nos cartões de resposta e outro em parte dos cadernos de perguntas. Os problemas causaram confusões e reclamações de muitos estudantes, que afirmam não ter recebido orientações sobre as falhas nos locais de prova.
A primeira confusão aconteceu porque, para evitar cola, o Enem tem quatro versões de prova: amarelo, azul, rosa e branco. As questões são as mesmas, o que varia é a ordem. Em milhares de casos, por um erro no encarte, folhas do caderno de prova amarelo estavam misturadas com folhas da prova branca. Com isso, estudantes se depararam com questões repetidas ou ausentes.
O outro problema está relacionado com a folha para marcar as respostas. Embora o número das 90 questões no caderno de prova e no cartão coincidissem, havia discrepância no cabeçalho do gabarito. As 45 questões de ciências humanas estavam sob a tarja ciências da natureza e vice-versa, o que causou dúvidas.
O Inep afirmou que avisou para os fiscais orientarem os alunos. Mas muitos candidatos, em vários Estados, afirmaram que não foram alertados sobre o erro ou que receberam orientações equivocadas. Houve ainda casos em que a classe só recebeu o aviso horas depois do início da prova. Muitos afirmaram que se confundiram ou não tiveram tempo de fazer a marcação certa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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